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Eu juro: entre todas as coisas do mundo, se eu pudesse escolher uma só, eu escolheria você. Você, que me deixa mais leve, que acha graça de quando eu não consigo imitar tuas caretas, que no meio de uma conversa fica em silêncio e olha para mim e sorri sem parar. Você, que me coloca para dormir sussurrando palavras doces com a tua voz de sono e garantindo que mal algum vai acontecer comigo enquanto você estiver por perto. E, você sempre está. Sempre vai estar. Você, que com a tua chegada, deixou as estrelas mais próximas do céu. De mim. Me fazendo acreditar que a maior e mais bonita delas, eu tenho comigo: você. E, que seremos sempre assim: infinitos, como o brilho de cada uma delas.
Plenitude.  (via spokly)

Até o amor acaba. , Nada é eterno. O sentimento arrefece, o cigarro apaga-se, o tempo passa, as pessoas mudam, tudo acaba. O amor acaba. Numa rua qualquer, numa noite de lua cheia, depois dum copo, dum barulho e até dum mero silêncio. Depois duma madrugada perdida na contemplação da pele, do cheiro em projetos de vida. Acaba em quartos sujos, diferentes das suites caras onde tudo começou. No meio dum cigarro que se atira com raiva contra uma parede caiada, ou num cinzeiro repleto de cinzas onde ela esmaga a raiva estragando o verniz sofisticado das unhas. Na revolta dum sonho acabado, depois duma noite de gemidos e pecado, por entre lençóis molhados de prazer que não gritam mais mesmo sem querer; e o amor acaba. No desenlace de dedos entrelaçados, acaba numa ruela qualquer onde antes pulavam as cercas abraçados. Por entre olhares descrentes sem nexo, sem regresso, como cruzares de pernas insaciadas, onde elas se movimentavam no escuro como dois braços de perdição; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado. Na insónia de contos luminosos já ofuscados pelo partir, seguir, e acaba o amor. Nas pastelarias diante do colorido dos doces, entre esquemas montados para fugas repentinas e perigosas. E no olhar dum vagabundo errante, moribundo que passou pelo quarto onde outrora se deliciava entre corpos desejados e suados, e o amor acaba. Entre beijos já roubados por entre abraços de nojo. Por entre palavras vãs ditas sem jeito, sem sentir, sem ser necessário pedir ditas no peito… Antes do adeus tão anunciado, num sentimento que não existe na existência dum sentido perdido… Ás vezes acaba o amor. Tudo acaba até o amor.

Sabes… Sabes, eu tentei imaginar a minha vida sem ti tentei o meu mundo de novo recriar com a tua presença. Sabes, que mesmo que não faças parte desse mundo tento imaginar que sim. Sabes, mas eu não consigo ver nada, apenas algo ruim. Afinal o meu olhar não te vê a ti. Sabes, nem sei se sabes o que representas pra mim. e calhar sabes o começo mas eu sei o fim. Sabes, apenas queria derreter-me nos teus braços e me apaixonar mais a cada beijo, teu… beijos que não tenho… Sabes, tentei o meu mundo de novo recriar… não acredito no amor mas por ti me fui apaixonar… Sabes? eu sei que sabes. Acho que me viciei, em ti…

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